O mau amigo, ou melhor, o inimigo disfarçado, dispensa emprego: seu ganha-pão é bajular, seu salário é seu próprio amigo. Presentes nos momentos felizes, pois são exímios companheiros na alegria, rara vez o são na tristeza – “O filho pródigo gastando seu dinheiro em uma vida desregrada”, por Franz Christoph Janneck; em destaque, “Os cambistas”, por Marinus van Reymerswaele – Museu de Belas Artes, Nancy (França) – Fotos: Reprodução e Francisco Lecaros
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