O mau amigo, ou melhor, o inimigo disfarçado, dispensa emprego: seu ganha-pão é bajular, seu salário é seu próprio amigo. Presentes nos momentos felizes, pois são exímios companheiros na alegria, rara vez o são na tristeza – “O filho pródigo gastando seu dinheiro em uma vida desregrada”, por Franz Christoph Janneck; em destaque, “Os cambistas”, por Marinus van Reymerswaele – Museu de Belas Artes, Nancy (França) – Fotos: Reprodução e Francisco Lecaros

Foto: Gustavo Kralj
Os maus amigos nos abandonam quando mais precisamos deles. E seu caminho não termina por aí, pois infelizmente o mau amigo é um traidor em potência – “A expulsão do filho pródigo”, por Lambert Doomer – Foto: Reprodução